Nervos à Flor da pele

Nervos à Flor da pele

Crédito da Imagem: Http://sxc.hu - Edição Márcia Tondello
Crédito da Imagem: Http://sxc.hu – Edição Márcia Tondello

Fúria cega, alerta vermelho ligado.
Sistema nervoso em curto circuito, nervos à flor da pele.

Discussões, agressões, discussões, agressões, discussões, agressões.  Agressões, discussões, agressões, discussões, agressões, discussões.

Argumentos aos berros, persistente.
Desrespeito ao ser humano sentado ao lado.

Receio de explosão, do que pode acontecer.
Se o controle for em vão, quantos de nós vão morrer?
Quantos vão sobreviver?

Discussões, agressões, discussões, agressões, discussões, agressões.
Agressões, discussões, agressões, discussões, agressões, discussões.

 Essa era a letra de uma música da Banda Vide Bula, da qual eu era a letrista principal e vocalista. Escrevi quando tinha meus 19 anos… e já me incomodava com a  violência desmedida que se apresentava. Outro dia, lendo o jornal, se não me falha a memória, ela me voltou à memória, me peguei cantarolando e pensei: Nossa! Ela está mais atual que naquela época! Que triste…

 Estamos vivendo uma era/época muito contraditória. Nunca se viu tanta gente pregando o amor e, ao mesmo tempo, tanta gente matando por tão pouco.

Aí alguém pensa que “a violência sempre existiu” e que “só temos mais acesso à ela”. Ah… você também??? Bem… a violência sempre existiu, fato. Que o digam Barrabás e Jesus Cristo, judeus e nazistas e, também, Eurípedes e Hipólito e Fedra e Sófocles e Édipo e Jocasta… A lista não tem fim, seja no que se apresenta como fato histórico, seja na ficção; seja do lado de quem a praticou, ou de quem sofreu com ela.

Mas vamos combinar (que termo mais fora de moda, espera…). Mas temos que concordar que os motivos estão cada vez mais… fúteis. Não sou eu quem está falando, são as notícias. Crianças esfaqueiam outras por ciúmes, entre tantas outras barbaridades que prefiro nem citar.

Acho que preferia quando essas barbaridades se atinham ao caráter (ou falta de) da ambição, em nome da honra, por vingança ou unicamente como punição de crimes (que seria o caso de Barrabás, se o povo não tivesse o direito de voto, se não ficou claro a que me refiro).

 Falando em voto… não. Esse nem é assunto para postagem por aqui 😉

Até!

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